A língua inglesa no mundo

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Aprender um novo idioma está sempre na lista de prioridades do brasileiro, principalmente daqueles que desejam uma vida profissional de sucesso. E antes de falarmos das técnicas de gramática, de conversação e de aprendizado em si, precisamos entender a história e a relevância de tal dialeto na sociedade, por isso hoje lhe contaremos tudo sobre a influência e a importância da língua inglesa no mundo, já que é através dela que podemos nos comunicar com pessoas de qualquer parte do planeta, viajar sem medo e adquirir mais conhecimento. 

Mas afinal de contas, como o inglês dominou e conquistou tantos países e se tornou este idioma universal? Atualmente, sabemos que a maior potência mundial — ou seja, os Estados Unidos — o tem como língua nativa, e são muitos os que viajam para ter experiências internacionais e aprender o idioma mãe de lá. E com isso, diversas portas se abrem para os profissionais que possuem tal diferencial, além de, é claro, todos os benefícios intelectuais e interpessoais que adquire-se ao saber falar inglês.

Quer saber mais sobre a língua inglesa no mundo e entender porquê é tão necessário aprendê-la para se ter uma vida realmente de sucesso em todos os âmbitos? Então, continue acompanhando este guia produzido pela Red Balloon, a escola de maior referência na língua inglesa. Vamos lá?

A história da língua inglesa no mundo

São diversos fatos que envolvem a expansão do Inglês ao redor do globo. As guerras, o cristianismo, os grandes poetas, filósofos e escritores foram peças importantes para o crescimento da língua inglesa no mundo quando ela nem sonhava em ocupar a posição de idioma universal.

Para que você entenda melhor, vamos fazer uma viagem ao passado. Tudo começou no século V, com os povos anglo-saxões que chegaram nas Ilhas Britânicas e iniciaram um movimento primitivo que ficou conhecido como “Old English”. Posteriormente, com o cristianismo, houveram algumas junções e influências do grego e latim, e por conta das guerras durante o reinado do príncipe William, os anglo-saxões foram derrotados, surgindo a era “Middle English”.

Ao longo deste período, o inglês se misturou com o francês e surgiram inúmeras palavras, já que as pessoas continuavam aprendendo o novo idioma e usando também o anterior. Mas foi com William Shakespeare na Inglaterra — em 1550 e pouco tempo depois do descobrimento do Brasil — que nasceu o inglês moderno que é utilizado até os dias atuais. Como? A partir da mutação e junção final do celta, do francês e do latim.

Ah, e é claro existem diferenças até hoje entre o inglês britânico e o americano por exemplo, demonstrando que essa é uma língua que nunca deixará de evoluir, principalmente em razão da sua grande expansão e chegada constante a novos lugares.

A importância da língua inglesa

Mas afinal, como alcançamos este patamar da língua inglesa no mundo — que já soma mais de 375 milhões de pessoas a tendo como idioma nativo? Bom, é impossível explicar este ponto sem falar dos Estados Unidos, um país que assim como o Brasil foi colônia europeia — no caso dos EUA, uma colônia da Inglaterra —, e hoje é conhecido como potência mundial. Ou seja, o Império Britânico deixou seu dialeto principal em uma nação que comanda todo globo terrestre há muitas décadas. 

E a relevância da língua inglesa no mundo e na vida das pessoas atualmente são muitas, portanto abaixo listamos algumas delas:

É um investimento profissional

Raramente vemos gestores, administradores de renome e CEO’s de grandes empresas que não falam inglês. Quando se ocupa uma posição de destaque, é fundamental estar em constante contato com outras pessoas ao redor do mundo, e esse idioma é a principal ligação entre os profissionais. 

Então, caso você esteja pensando em investir na sua carreira e no futuro de seus filhos, aprender a língua americana é fundamental para alcançar bons cargos e se destacar no mercado, tendo opções de trabalho independentemente de períodos de crises ou não.

Permite realizar pesquisas acadêmicas e trabalhar no exterior

Para as áreas de exatas e humanas, o inglês é indispensável, mas mesmo se você for um(a) médico(a), biomédico(a) ou cientista, com certeza necessitará dessa língua para se aprofundar em pesquisas e estudos que só estão disponíveis em materiais e cursos estrangeiros. 

Além disso, o conhecimento no dialeto é essencial para você ganhar nome a nível internacional, seja qual for a sua a ocupação. Afinal, ficará mais fácil divulgar projetos e conhecer grandes estudiosos do segmento em outros países, podendo participar até mesmo de conferências e ser convidado(a) para trabalhar no exterior. 

Abre mais possibilidades culturais e de lazer

Caso esteja faltando uma razão mais divertida para você compreender o poder da língua inglesa no mundo — e finalmente investir em um curso —, ter opções ilimitadas de livros, séries e filmes nos seus finais de semana parece ser um excelente motivo, não acha? 

E isso tudo te abre portas de lazer somente por você não precisar depender das traduções — que muitas vezes demoram a chegar no Brasil —, ou das legendas, que ficam indisponíveis na internet e fazem com que você adie aquele filme que concorreu ao Oscar. Enfim, cultura nunca é demais, e quando ela se une ao entretenimento torna-se perfeita.

Deixa o cérebro ativo e previne doenças

Já foi comprovado cientificamente que utilizar o nosso cérebro para aprender novos idiomas previne diversas doenças que afetam a memória, como o Alzheimer. Isso se deve em razão do treinamento constante da mente para se comunicar em uma língua diferente do habitual e que reproduzimos de forma “automática”. 

Além disso, é bem provável que depois de ter o inglês na ponta da língua, o indivíduo se interesse em continuar investindo e aprendendo sobre outras culturas e dialetos. Ou seja, são muitos ganhos.

Países que têm o inglês como primeira língua e motivos para visitá-los

Na realidade, poderíamos citar pouquíssimos países que não falam inglês e nem incentivam seus cidadãos a terem-o como segundo idioma, pois de fato a língua inglesa no mundo dominou todos os continentes. Para você ter ideia, mesmo países menos populares, como Malta, Camarões, Sri Lanka e Uganda, possuem o idioma como oficial. Ou seja, caso você sonhe em viajar para fora do Brasil, sabendo falar inglês todas as portas estarão abertas para você.

Agora, quando pensamos em nações maiores, podemos listar separadamente a linguagem de cada uma delas, já que assim como o idioma português do Brasil e de Portugal são distintos, o inglês dos Estados Unidos e do Canadá, por exemplo, possuem misturas de outros continentes europeus que influenciaram em sua cultura. Por isso, é de grande importância não só estudar, mas viver e aprender a língua junto aos seus residentes.  

Abaixo listamos os países mais importantes a nível econômico, cultural e global, e que reforçam o poder da língua inglesa no mundo:

Estados Unidos

Os Estados Unidos é o mais importante se tratando de cultura e conhecimento popular. Afinal, o cinema americano está presente nas telas de todos os continentes, e não tem quem não ame acompanhar eventos que envolvam atores, atrizes e influenciadores do local, não é mesmo?

Além da parte de entretenimento, o país é o maior quando pensamos em negócios. E esse mérito não é por acaso, pois as maiores companhias de mídias digitais e multinacionais de tecnologias que mudaram o rumo do mundo foram fundadas por empresários americanos. Ou seja, o que não faltam são motivos para aprender o idioma na terra do Tio Sam. 

Canadá

Para quem é engenheiro, especialmente com formação voltada para área ambiental e tecnológica, o Canadá é o destino certo — pois investe muito em energias renováveis e é extremamente ecológico. Os canadenses também são conhecidos por sua cordialidade e educação, fazendo com que o país seja um exemplo de nação de primeiro mundo. 

Diversas multinacionais também estão sediadas por lá, e as oportunidades de intercâmbio e de programas de trainee são bem mais fáceis para estrangeiros que, obviamente, possuam a língua inglesa.

Uma curiosidade que vale frisar neste Guia da Língua Inglesa no Mundo, é que o Canadá foi colonizado não só pela Inglaterra, mas também pela França, e por conta disso seu idioma é mais fácil de ser compreendido e não possui tantas gírias e sotaques, como é o caso da versão americana.

Inglaterra

Embora seja mais difícil ir a trabalho, a Inglaterra é daqueles lugares que realmente valem o passeio, tanto pela arquitetura e pelos monumentos — que foram mantidos e hoje nos possibilitam uma verdadeira viagem no tempo — quanto pela questão cultural, já que o país foi cenário de grandes idealizações da cena musical, como o rock e o punk, juntamente de bandas lendárias como Beatles, Oasis e Sex Pistols. Ou seja, a terra da rainha é uma prova da importância da língua inglesa no mundo.

Afinal, se não fosse por estes grupos renomados, bandas famosas — até mesmo brasileiras e que conhecemos atualmente — não teriam se arriscado e nem se inspirado pelas anteriores que surgiram na Inglaterra e nos Estados Unidos. 

Já sobre seu dialeto, assim como no Canadá, o inglês da Inglaterra é mais “clean” e não possui tantas gírias, embora o sotaque seja algo realmente marcante e motivo de admiração durante a estadia no destino.

Austrália

Se você quer viajar ou morar em outro país, mas gosta de habitantes mais hospitaleiros e descolados como os brasileiros, a Austrália não tem erro. O país possuem uma abertura comercial e diversas vagas de trabalho para estrangeiros, e no seu dia a dia é possível aprender um inglês bem diferente dos demais — já que os australianos utilizam muitas gírias e abreviações, fazendo com que a viagem se torne ainda mais interessante.

Além da Austrália, a língua inglesa no mundo também está presente na África do Sul, que teve um ótimo crescimento após as Olimpíadas, e em Singapura, sendo a boa pedida para os amantes de tecnologia. 

Agora que você já sabe a importância e a história do idioma, que tal conhecer um sistema de aprendizado de inglês totalmente diferenciado para seus filhos — e que garantirá um futuro promissor a eles? Na Red Balloon os pequenos aprendem brincando, pois a escola conta uma metodologia totalmente exclusiva, onde o ensino é focado em crianças e adolescentes entre os 3 e 17 anos, sempre respeitando a idade e o processo individual de cada aluno. 

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