Como a frequência das aulas e um currículo mais completo podem mudar o ensino de inglês na escola?

Para um aprendizado efetivo, é necessário haver contato constante com a língua e dinâmicas que mantenham a atenção do estudante

Um estudante brasileiro que está aprendendo inglês e possui pouco (ou nenhum) contato com a língua inglesa na sua rotina terá um aprendizado limitado. Isso porque, nesses casos, o inglês é tido como um elemento distante e alheio ao cotidiano, dificultando a sua aplicação em situações práticas.

“Por mais que as redes sociais e as plataformas de streaming tenham reduzido essa distância, ainda não oferecem o input necessário para que o aprendizado ocorra de maneira efetiva”, comenta Thais Wanderley, Consultora Pedagógica da Red Balloon. “É necessária uma exposição constante, massiva e consistente para que o aluno possa imergir na língua inglesa.”

Pensando nisso, a Red Balloon presta uma atenção especial quanto à frequência do ensino – garantindo um contato satisfatório com o idioma – e à diversidade do currículo, para que os estudantes estejam engajados e vejam sentido no aprendizado.

A frequência de ensino

As habilidades para se comunicar em inglês ficam mais sólidas conforme o contato e a exposição ao idioma aumentam. Por isso, é importante introduzir as aulas de inglês quando as crianças ainda são pequenas, ganhando vantagem em relação ao tempo. Já a frequência semanal do ensino dependerá do plano, trajetória e objetivo de cada escola.

“De acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas – CEFR (padrão internacional que descreve habilidades linguísticas), para atingirmos o nível avançado numa língua, é necessário termos entre 700 e 800 horas de estudo. Diante disso, entendemos que qualquer programa de aprendizado que cumpra ou extrapole esse número, faz um bom trabalho”, afirma Thais.

A importância de um currículo diversificado

Não basta, entretanto, somente a frequência para potencializar o aprendizado de um idioma. “Ensinar inglês não deve focar em gramática e vocabulário, é preciso entender o contexto por trás da língua e as culturas que a influenciam”, aponta a consultora.


Na Red Balloon, a metodologia parte do princípio do ensino-aprendizado contextualizado, o qual promove atividades práticas e capazes de conectar o estudante ao mundo. Alguns exemplos de estratégias utilizadas são: atividades coletivas, o uso da tecnologia e da computação e dinâmicas orais.


Assim, as crianças e adolescentes entendem que o conhecimento adquirido ultrapassa a sala de aula, percebendo como aplicá-lo no cotidiano. “É necessário diversificar ao máximo as atividades para que alunos com diferentes tipos de aprendizado possam se sentir incluídos e desenvolvidos. Se não formos hábeis em captar a atenção e interesse do aluno, não conseguimos ensinar”, ressalta Thais Wanderley.

A perspectiva escolar

Cada escola apresenta focos e objetivos diferentes ao investir no ensino da língua inglesa. Algumas instituições optam por uma formação completa, enquanto outras miram em desenvolver apenas uma base para seus alunos. O primeiro passo para uma educação de qualidade é, justamente, a gestão determinar quais os seus propósitos e expectativas.


Alinhado com a BNCC, o ensino da Red Balloon enxerga o inglês como língua franca e internacional, exercendo uma função social e política. É diante dessa perspectiva que as aulas são projetadas, sempre para que o repertório dos estudantes seja expandido, formando cidadãos engajados.


“Uma vez que acreditamos no ensino de inglês para crianças a partir dos 3 anos de idade, entendemos que quanto mais cedo as escolas optarem por proporcionar isso, mais efetivo será o desenvolvimento destes ‘cidadãos’. Ao combinarmos a variação de atividades a uma carga horária ampliada, aumentamos ainda mais as possibilidades de desenvolvimento”, finaliza Thais.

 

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