A importância dos professores na formação dos jovens alunos

Em se tratando de desenvolvimento pessoal e profissional, todos nós precisamos e, muitas vezes, dependemos de referências que nos guiem durante o percurso o qual iremos percorrer. Por isso, a importância dos professores na formação educacional de um indivíduo é gigantesca, visto que eles atuam, justamente, como essas referências necessárias para que alcancemos nossos objetivos de vida.

Dito isso, contar com profissionais qualificados para essa tarefa se faz imprescindível para se ter a garantia de um desenvolvimento educacional pleno e saudável; por esse motivo, se você tem buscado aprender a falar inglês ou inserir seu filho nessa área de aprendizado, é bom ficar de olho no tipo de ensino que uma instituição e seus professores podem proporcionar.

Quer entender melhor como esses profissionais da educação impactam diretamente a formação de jovens alunos, seja ela na língua inglesa, seja em qualquer outra área?

Então, continue a leitura conosco!

Relação professor-aluno

A importância de se criar vínculos

Em primeiro lugar, para que o estudante possa prosperar na sua jornada de aprendizagem, é extremamente importante que exista uma boa relação professor-aluno. Isso quer dizer que, desde a infância — e principalmente nessa fase —, é necessário que o estudante tenha as condições necessárias para criar vínculos com seus professores.

Segundo as palavras de Maria Isabel Pedrosa, professora das faculdades de Educação e Psicologia e da pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), à Revista Educação, “o vínculo é uma relação afetiva preferencial que se estabelece entre o aluno e seu professor”.

Ela lembra também que, “à medida que cresce, a criança amplia o forte apego dos primeiros anos de vida aos pais para outras pessoas e o apego passa então a ser chamado de vínculo. Nesse contexto, o vínculo é uma relação em que o professor passa a ser uma espécie de amigo preferido no espaço escolar”.

Essa ideia é bastante abordada também dentro do conceito de pedagogia afetiva, uma metodologia que envolve criar uma robusta comunidade escolar integrando educadores, alunos e familiares como forma de facilitar o desenvolvimento cognitivo e social do estudante.

Portanto, quanto mais confortável e seguro o aluno se sente no ambiente escolar, maiores são as chances de ele se tornar mais engajado e participativo na sala de aula, e isso só é possível, em grande parte, graças ao estímulo promovido pelos próprios educadores.

A Teoria do Desenvolvimento Proximal

Como forma de agregar ainda mais conhecimento a essa relação, é importante mencionarmos, também, o trabalho de Lev Vygotsky, psicólogo russo pioneiro da abordagem sócio-histórica, que nos trouxe a ideia de que “o aluno deve ser considerado um sujeito interativo e ativo no seu processo de construção de conhecimento, enquanto o educador assume um papel fundamental nesse processo, como um indivíduo mais experiente.

Por essa razão, cabe ao professor considerar também o que o aluno já tem dentro de sua bagagem cultural e intelectual para a construção da aprendizagem, funcionando assim como um mediador da aprendizagem”.

Essas ideias caracterizam o que ele veio chamar de Teoria do Desenvolvimento Proximal ou TDP, que, em outras palavras, diz que o desenvolvimento intelectual de cada pessoa é dividido em dois níveis, um real e um potencial, sendo o primeiro o conhecimento já adquirido e consolidado, enquanto o segundo é aquele que está próximo de ser aprendido, mas que tem de ser desenvolvido com outros atores, sendo, no ambiente escolar, os professores.

Com todas essas informações acerca de como se dá essa relação entre educadores e alunos, já podemos ter ao menos uma ideia inicial da importância dos professores na formação de estudantes desde cedo, certo? Mas vamos continuar falando de mais alguns aspectos.

A perspectiva do docente

Falamos, há pouco, sobre o nível de engajamento e participação do estudante em sala de aula, mas e quanto ao professor? Será que também não é necessário que ele esteja completamente entregue às atividades pedagógicas para o pleno desenvolvimento de seus alunos?

A resposta é sim, mas, para isso, é válido mencionarmos alguns dados relacionados ao grau médio de satisfação dos professores em relação à profissão e entender como isso afeta, de forma sistêmica, o processo educacional.

De acordo com pesquisa do IBOPE e Nova Escola a respeito da educação vista pelos olhos do professor da Educação Básica, 53% têm, no amor à profissão, sua principal motivação, 63% trabalham no que gostam e 83% têm consciência da importância da profissão de professor, mas, de forma geral, apenas 21% deles estão satisfeitos com a profissão.

Em meio a esses dados, é importante também ressaltarmos o papel do governo na esfera pública como um todo. As Secretarias da Educação (municipais e estaduais) e o Ministério da Educação, praticamente, não aparecem como atores importantes da realidade do Magistério. Na opinião coletada de especialistas pela mesma pesquisa, isso é preocupante, visto que as “instituições deveriam ser as provedoras não só das políticas públicas mas também de toda a infra-estrutura e das condições gerais para que a aprendizagem ocorra”.

No meio privado da educação, esse papel acaba sendo dividido com a própria administração da escola, que deve fornecer um ambiente atrativo para seus colaboradores, de forma que se sintam entusiasmados com a possibilidade de performar seu trabalho da melhor forma, transformando vidas como verdadeiros formadores de opinião.

O papel da escola

Cada vez mais, pais de alunos vêm percebendo que o principal diferencial de uma escola é desenvolver um relacionamento próximo e zeloso para com seus filhos. Isso é evidenciado por uma pesquisa da ClassApp, que informa que cerca de 82% dos familiares acreditam que o cuidado e a atenção pessoal com os alunos são os itens mais importantes, um número aproximadamente três vezes maior quando comparado ao de famílias que escolhem o colégio pela qualidade do ensino de inglês (26%).

Portanto, assim como dissemos no início do post, para garantir que seu filho saiba como aprender inglês ou qualquer outra disciplina da melhor maneira, é preciso ficar atento(a) aos detalhes que envolvem um bom processo de aprendizagem.

Além de uma relação aproximada entre escola, aluno e família, a credibilidade no mercado, estratégias de ensino personalizadas e aulas dinâmicas e interativas são fatores fundamentais na hora de escolher a melhor escola de inglês.

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